Games sérios, onde estão eles?

Muita gente tem interesse por jogos sérios, ou pelo menos tem curiosidade por jogos que sejam diferentes, que abordem temáticas mais voltadas a questões sociais e/ou críticas, tais como os jogos políticos mostrados aqui tempos atrás. Porém, não sabem onde ou como procurar. Digitar serious games ou edugames no google pode levar a diversos lugares, mas não necessariamente a jogos bons. Sendo assim, resolvi fazer desse post um lugar para apresentar alguns jogos que conheço e seus respectivos links, para que todos possam conhecê-los e divulgá-los, além de eventualmente poder utilizá-los na escola ou na universidade.

Pra começar, apresento aquele que talvez seja um dos serious games mais conhecidos de todos, 12 de Setembro. Esse jogo, de Gonzalo Frasca, traz a temática da invasão americana aos países do oriente médio, em reação aos ataques sofridos no 11 de Setembro. Apesar de simples, esse jogo pode transmitir uma mensagem poderosa, a de que violência gera mais violência e de que o exército americano mais criava problemas do que resolvia. A mecânica é simples, apontar e atirar e a mensagem é clara, ou você atira ou não. Mais informações sobre esse jogo você pode encontrar em minha dissertação de Mestrado e o jogo você pode encontrar aqui.

tela do jogo 12 de Setembro

 

Um dos meus jogos preferidos nessa linha é o McDonalds game. Aqui você tem que gerenciar quatro setores importantes da empresa, de forma a obter cada vez mais lucro. Vale notar que para obter o desejado lucro você precisa ser bem atento e aumentar sua criação de gado (mesmo que precise derrubar arvores para isso), alterar a ração dos bichos (correndo o risco de criar doenças), contratar mão de obra barata, negociar com empresarios etc. O estilo do jogo é bem interessante e caricato, recomendo principalmente para crianças.

Evil Ronald McDonald

 

Em Darfur is dying o clima é mais denso e nada bonito de se ver. Melhor do que qualquer descrição, vale o que está escrito no próprio site do jogo, trazido aqui em tradução livre: “Darfur Is Dying é um jogo de videogame viral que proporciona uma pequena janela para a experiência dos 2,5 milhões de refugiados na região sudanesa de Darfur. Os jogadores devem manter o funcionamento de um campo de refugiados em face de possíveis ataque das milícias Janjaweed (esse nome eu não soubre traduzir). Os jogadores também podem aprender mais sobre o genocídio em Darfur, que tem tirado a vida de 400.000 pessoas e encontrar maneiras de se envolver para ajudar.” Para comprender melhor, só jogando

Darfur is dying é um jogo bem forte

 

O quarto e último exemplo de jogo está mais voltado para a questão das notícias, ou seja, um newsgame, mas ainda assim não deixa de ter uma carga emocional acentuada. Esse talvez seja o mais simples dos exemplos trazidos e sem uma mediação ele pode não atingir seus objetivos de forma convincente. Trata-se do jogo de resgate dos mineiros que ficaram presos dentro de uma mina no Chile. Mais imples impossível, mas mostra o quanto as questões atuais podem se tornar games sem grande dificuldade, desde que produtores se engajem por diferentes assuntos.

Tela do jogo de resgate dos mineiros no Chile

 

Esse post foi inspirado na ótima notícia divulgada pela Valve nessa semana. Acontece que a empresa vai disponibilizar Portal 2, bem como uma ferramenta de edição de mapas, com propósitos educacionais. Os professores, educadores e interessados poderão se cadastrar e receber o material, além de ter acesso a diferentes conteúdos, principalmente sobre matemática, química e física. O projeto se chama Teach with Portals e vem apenas para coroar esse jogo que, como eu já havia dito inúmeras vezes, veio para marcar época. Por enquanto a coisa rola apenas para o pessoal lá dos EUA, mas aguardamos ansiosos para ver até onde a Valve pretende chegar com isso. Para conhecer mais, acesse teachwithportals.

página inicial do projeto Teach with portals

 

Até!

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Círculo vicioso

Hoje farei uma breve pausa na sequência de posts que tratavam de serious games para abordar uma situação que me ocorreu e que com certeza já deve ter ocorrido com vários jogadores ao redor do mundo, nem que seja uma única vez: um jogo não funcionar no seu pc. Foram anos de espera, ansiedade e previsões até chegar o dia em que finalmente eu instalei Diablo III (versão teste) no meu computador e para minha imensa decepção mina placa de vídeo, uma intel série 4 onboard, não é suportada. A mensagem é bem clara “o jogo não funciona com essa placa de vídeo”.

Confesso que há tempos não ficava tão desapontado como fiquei hoje e isso me fez pensar em como as vezes esse mercado pode ser cruel. Não que meu note seja dos mais novos, mas sequer abrir o jogo para ver a tela inicial foi um golpe duro demais.

Como esse problema é abordado no meu mestrado, vou traze-lo para cá e diluir minha decepção/raiva nas palavras desse texto. Imagino que quem já passou por isso talvez compreenda melhor o que quero dizer. Caso você nunca tenha sofrido essa pequena perversidade, tome cuidado, pois pode ser o próximo.

A produção de games é marcada por invoação tecnológica, seja na questão de novos hardwares ou no desenvolvimento de gráficos cada vez mais realistas. Dessa forma, é “natural” uma exigência cada vez maior de produtos novos, mais caros e mais desenvolvidos. Não sou contra essa evolução, desde que ela não seja feita de forma cruel e predatória.

O problema é que as plataformas de videogame estão durando cada vez menos e parece que mensalmente temos o lançamento de novas placas de vídeo, cada dia mais potentes. Isso contar em processadores, memória ram, conexão permanente com a internet e todo tipo de exigência que faz com que os jogos se tornem ainda mais caros para s jogadores.

Atualmente vivemos a expectativa do lançamento dos sucessores do Nintendo wii, o Wii U, do Xbox 360, que passará a ser 720 e do Playstation 3, sem nome definido ainda. As propagandas já começaram e todos prometem inovações fantásticas. Até aqui, sem problemas, porém tudo indica, por exemplo, que os jogos de ps3 não funcionarão no seu sucessor. Isso indica que  a Sony não tem intensão de continuar a produzir jogos exclusivos para ps3 por muito tempo, o que é uma pena. Para ficar mais claro, basta dizer que no Brasil o videogame mais vendido ainda é o playstation 2. O abismo será cada vez maior.

A menos que nos tornemos jogadores hardcore, não atualizaremos nossos computadores na mesma velocidade com que os jogos são lançados. Mesmo que determinado jogo até funcione em seu pc, não necessariamente isso significa que ele vá rodar com os gráficos no máximo. Muitas pessoas sequer já viram algum jogo novo com os gráficos no máximo e isso tira bastante do brilho de muitos games.

O sistema é bastante claro: Novos lançamentos > exigência de novos hardwares > jogos mais potentes > inovações tecnológicas > exigência de novos hardwares e assim por diante.

Esse texto acabou por praticamente se tornar um desabafo, mas lamento por aqueles que esperavam por minha crítica de Diablo III. Estou quase para lançar uma campanha de doações, pois como eu jpa disse anteriromente aqui no blog: ser pesquisador de games no Brasil é muito complicado, pois a falta de financiamento muitas vezes acaba por limitar o seu trabalho.

Até mais e boa jogatina a quem está curtindo Diablo!

 

Mais Serious Games

Nas últimas duas semanas eu passei a maior parte do tempo distante do computador, devido a viagens e compromissos. Período bastante atribulado, mas que agora já está no passado. Meu teclado praticamente já acumulava poeira, de tanto tempo sem uso e a vontade de escrever novamente só aumentava. Hoje estou de volta e trago novamente um texto sobre serious games. Ironicamente eu farei exatamente aquilo que critiquei na imprensa brasileira e vou levar aos leitores exatamente aquilo que eles querem, rs.

Para aprofundar ainda mais a questão dos serious games, me apropiarei de um texto em específico, que aborda a questão dos jogos políticos.  O texto é de Oilivier Mauco, da Universidade Paris 1 Sorbonne.

As principais definições de serious games já foram apresentadas aqui no blog então podemos ir direto a outros pontos ainda pouco explorados. Ainda na discussão sobre a nomenclatura desse tipo de jogo, Mauco utiliza o termo “jogos políticos” ou political games em substituição a serious games, argumentando que esse seria um nome mais adequado, pois enfatisaria mais o conteúdo do jogo e apresentaria um problema social ou político, buscando despertar a consciência do jogador. Para esclarecer seu argumento o autor traz o exemplo de dois jogos, Sim city e Hydro Hijnks, em que no primeiro a questão de levar água até os cidadãos e industrias é mais um dos componentes lúdicos do jogo, sendo uma tarefa simples de ser realizada, enquanto no segundo o foco se dá sobre o acesso a água potável na perspectiva das forças internacionais. Em seu texto Mauco ainda fala da separação entre os jogos políticos e os apolíticos, outro termo que discordo fortemente, pois não existe opinião que não seja política nem posicionada socialmente. Apesar de compreender a intenção do autor, prefiro não utilizar esse termo aqui. O fato do texto estar em francês também pode complicar um pouco aqui, pois talvez por lá o termo possua outro sentido, mas como ando meio enferrujado nessa língua a compreensão será essa mesmo nesse momento.

A produção de serious games ainda é pouco difundida, por motivos que beiram o óbvio, afinal de contas produzir um jogo complexo é caro e toma tempo e mesmo que consigamos poduzir jogos excelentes dentro de nossas casas, provavelmente eles não atingiriam o grande público, pois divulgação e propaganda também são outros elementos que custam bastante dinheiro. Isso contribui para que a grande maioria desses jogos sejam produzidos de maneira independente, mesmo porque ainda são poucas as grandes empresas que se preocupam em produzir esse tipo de jogo. Cabe lembrar que nesse caso eu falo dos serious games políticos e não dos jogos de treinamento etc, pois esses possuem investimentos significativos de grandes empresas. O gráfico abaixo, retirado de Mauco, ilustra bem a diferença entre os produtores de serious games.

A maioria dos produtores de serious games são independentes

 

A imagem não está grande coisa e também está em francês, mas creio que seja bem possível de compreender. Praticamente metade dos jogos são produzidos de forma independente e isso acaba por criar outro “problema” apontado por Mauco, pois ironicamente eles contribuem implicitamente para produzir o que denunciam: a crítica ao individualismo acaba por produzir ela mesma a individualização e automatização dos atores, devido a uma distorção entre indivíduo e sociedade, pois há grande envolvimento emocional por parte de quem produz e de quem joga, mas pouco engajamento na prática.

Os jogos políticos então seriam representações e simplificações de problemas sociais reais, o que não deixa de ser interessante, pois através de um sistema de regras eles podem ser capazes de apresentar problemas importantes de nossa sociedade e eventualmente contribuir como ferramenta educacional no sistema educacional.

Para compreender essa força expressiva dos jogos, muitas vezes diminuída ou até mesmo ignorada por outros meios de comunicação, recorremos ao clássico Huizinga em que esse diz que os jogos “realizam dentro da imperfeição do mundo e da confusão da vida, uma perfeição temporária e limitada“. Ou seja, dentro dos jogos tudo funciona e naquele momento você pode contar que as regras não serão quebradas e o sistema funcionará exatamente como o proposto. Sendo assim o jogador pode ir testando suas diferentes hipóteses e ver como o sistema reage diante disso. Esse talvez seja uma das mais belas características dos jogos de videogame (e dos jogos em geral).

Porém, enquanto a produção desse tipo de jogo continuar de forma independente, poucos jogadores se interessarão por eles, pois tendem a jogar outros tipos de jogos, sobretudo os comercias e ao mesmo tempo, os não jogadores não terão acesso ou não compreenderão o funcionamento dos mesmos. Nesse sentido, os jogos políticos não poderiam ser entendidos como uma mídia de massa tradicional, mas sim como um sintoma do discurso de auto legitimação, que ofecerece através da tecnologia e da comunicação  entretenimento para “experts criadores de uma demanda artificial” (MAUCO).

Mais sobre a imprensa de games

A E3 está rolando nos Estados Unidos e a imprensa de games tem feito uma cobertura intensa sobre os acontecimentos e novidades que aparecem por lá. São lançamentos, pronunciamentos, apresentações e demonstrações de jogos, consoles e aquela parafernalha que costuma figurar em eventos desse porte. A feira em si é um paraíso para quem gosta de videogame, pois é bem grande e traz entretenimento em todo canto, isso sem contar a presença das grandes mentes por trás dos jogos mais famosos.

Eletronic Entertainment Expo

Porém, nem tudo são flores. A imprensa brasileira, mesmo fazendo uma boa cobertura, trazendo praticamente tudo que acontece em tempo real, parece fazer papel apenas de divulgação e propaganda das novidades e lançamentos. São datas, nomes, anúncios e notícias que funcionam apenas para reproduzir o que foi dito na feira. A atenção dada as novidades é imensa, enquanto outros setores da feira são quase ignorados. Isso e o fato de praticamente não haver comentários nas notícias. É tudo um grande boletim informativo. Não há discussão, por exemplo, do porque da data de lançamento de nenhum jogo em específico, ou sobre as inovações apresentadas no novo console da Nintendo.

Mesmo sabendo  que posteriormente podem até surgir discussões desse tipo, elas são muito poucas e se pautam mais em questões mercadológicas do que qualquer outra coisa. Quando eu falei sobre a diferença entre crítica vs review, isso não se resumia apenas a descrição dos jogos e suas análises. Isso se estende a praticamente todas as notícias relacionadas a games que encontramos na mídia especializada brasileira e em alguns casos estrangeira também.

Porém, não vou ficar aqui apenas falando sobre a imprensa, pois existe o outro lado da moeda, quem le as notícias. Exatamente, pois esse é o típico caso em que a mídia entrega às pessoas o que elas querem ler/ver. É só aparecer alguma matéria que se posiciona, ou que aponta alguma característica que fuja desse ponto de vista mercadológico e os leitores/jogadores já começam a reclamar. Parece que o querem são apenas informações e guias de compra. Buscam pela nota dada ao jogo, sem até mesmo se preocuparem com o porque. Anseiam pelo novo, apresentado na E3, sem pensarem sem existe necessidade para tal.

Muitas vezes a imprensa segue aquilo que o público quer saber

Tudo isso ainda mostra que apesar da participação ativa das comunidades gamers, a maioria dos jogadores ainda é “guiado” pelas grandes produtoras, sem apresentar grande senso crítico. A análise feita pela kotaku sobre Diablo 3 chega a ser assustadora. Mesmo que seja “real” o sentimento de quem escreveu, ela possui algumas afirmações abusrdas, pois põe o jogador na posição de macaco de testes. Eu não quero ser um macaco de testes, quero ser um jogador. Se for para eu me sentir assim, paro de jogar videogame.

E você, se sente um macaco de testes? Ou é um ser humano dotado de inteligência e perspicácia? Sem um preparo adequado para essa mídia, veremos cada vez mais jogadores sendo conduzidos pelo nariz, comprando e gastando, tanto seu dinheiro quanto seu tempo.

Em breve também jogarei Diablo 3 e trarei minha crítica do jogo, afinal não posso apenas apontar problemas sem apontar exemplos.

Até

La musique

Sexta é dia de música e todo bom jogo que se preze contém uma boa trilha sonora, sendo assim, é meio que uma obrigação minha abordar esse tema aqui no gamecriticas. São jogos musicais, trilhas originais, rock’n roll e tudo que as grandes produções tem direito. Isso sem contar efeitos sonoros, barulhos, dublagens etc. Para facilitar a minha vida e a de quem le, vou fazer um recorte e tratar apenas a questão da música nesse post. Se não fizesse isso eu acabaria por escrever um texto muito longo, o que consumiria o meu tempo e o tempo dos leitores. Aperte o play e vamos nessa.

Mesmo sabendo do grande sucesso dos jogos musicais (apesar de estarem meio caidos hoje dia), não é deles que pretendo falar, pois meu foco será em músicas originais e sobre seu uso nos estágios e na criação de ambientes dentro dos jogos. Particularmente eu até gosto dos Guitar Hero e Rock Bands da vida, são divertidos, me permitem tocar musicas que sempre gostei (também me obriga a tocar algumas outras horrorosas) e fazem a gente se sentir uma estrela do rock. Mesmo sendo um conceito que ainda será explorado pelo mercado, vide por exemplo Rocksmith da Ubisoft, esses jogos serão comentados em outro momento.

Hoje quero falar daquela música que marca um jogo, acabando por se tornar sinônimo do mesmo. Um exemplo simples e óbvio, que faz com que qualquer um entenda essa relação, é a eterna trilha da primeira fase de Mario, aquele do NES. Se ela começar a tocar em algum celular próximo, imediatamente seu pensamento voa para o bigodudo saltando sobre o Goomba e depois pegando seu primeiro cogumelo no jogo, um clássico e é justamente isso que busco aqui.

Para não ficar nessa simples obviedade, vou na busca de outros exemplos que me marcaram e, numa mescla de nostalgia com seriedade, apresentarei os jogos numa ordem cronológica, feita a partir de minha mera lembrança.

Uma trilha original que se alterou com o tempo, mantendo apenas sua estrutura é a de escolha de fases em Mega man. Nos vídeos da pra perceber a evolução desse pequeno tema super carismático. Reaprem, na musiquinha curta que toca durante a apresentação do boss da fase escolhida.

 

A olhos (ouvidos) desatentos isso pode parecer uma bobagem, mas não é. É muito difícil criar algo que seja ao mesmo tempo simples e que marque um personagem. Mesmo com as mudanças atuais que ocorreram com Megaman, durante um bom período ouvir essa musiquinha trazia o personagem azul à mente das pessoas e isso é um grande feito.

Outro clássico que ficou marcado pela música, mesmo elas não sendo originais do jogo, é o divertidissimo Rock’n roll racing. Conheço muita gente que identifica as musicas originais como sendo “daquele jogo do super nintendo” sem nem saber o nome da banda que a toca. De Deep Purple a Black Sabah, o rock come solto e marcou uma grande leva de jogadores. Esse foi um caso de excelente associação musical, em que o som pesado embala a destruição que o corre nas pistas. Os personagens são roqueiros e tem banda, as corridas são cheias de reviravoltas, mísseis, explosões e loucura, portanto o bom e velho rock caiu como uma luva. Veja e tire suas próprias conclusões. Isso sem contar a narração, que dispensa apresentações…

 

Ainda no super nintendo, Killer stinct vinha até com cd da trilha sonora e era outro jogo que apresentava belas músicas, todas elas originais.

Já no seu rival de época, o Mega Drive, Sonic corria solto (que piadinha terrível), com uma trilha invejável, tocada no vídeo abaixo pelo grupo Megadriver, do Brasil mesmo.

 

Dentre os exemplos atuais, Skyrim pode ser um destaque, apresentando um som orquestrado de altíssima qualidade. Logo de cara, ao iniciar o jogo, o jogadaor é surpeendido com uma canção impactante, um coro que causa impacto e apresenta o clima que virá pela frente. Ou seja, antes mesmo de começar a jogar, dá pra imaginar o estilo do jogo, mostrando a importância na criação do clima e o quanto ela auxilia durante a imersão.

É terrível ter que jogar algum jogo que toca somente músicas enjoativas e/ou sem graça. Chega até a ser chato e a ação no desenrolar do game se torna quase impraticável. Pare e pense, da vontade de jogar futebol com uma musica dessas?

 

 

Assim como nos filmes, o som (trilha sonora, efeitos etc) ocupa papel fundamental, criando o pano de fundo para que a ação seja prazerosa e marcante. Os exemplos simples aqui trazidos ilustram bem o que isso significae tenho certeza que todos tem seus próprios exemplos.

Esse foi um post mais simples e tranquilo, com a cara da sexta feira. Conto com a participação dos leitores, respondendo a esse most com suas trilhas marcantes.

Até