Os vingadores, o segredo da cabana e mais sobre narrativa

Dias atrás eu finalmente assisti ao tão falado “Os vingadores“, sucesso de bilheteria e de crítica perante o público. Fiquei curioso para saber porque falavam tanto desse filme, aluguei a versão em blu ray (sim, eu alugo filmes as vezes ao invés de baixar) e assisti em casa numa boa.

Avengers

Devo admitir que tive uma grata surpresa. Não apenas o filme é belíssimo, muito bem feito tecnicamente, como também é realmente divertido. Ao que se propõe “Os vingadores” não deixa nem um pouco a desejar, entregando entretenimento puro para o espectador. Fico imaginando o quanto os fãs de quadrinhos  devem ter adorado assistí-lo (pelo menos a maioria, não me refiro aos ratos de revistas que passam o filme todo procurando por defeitos que só eles são capazes de notar). Os personagens são bem desenvolvidos e ganharam uma personalidade realmente distinta, sendo fiel a suas origens, mesmo o Hulk sendo um pouquinho forçado não tem como não simpatizar com cada um deles.

Já devem estar se perguntando: mas se isso é um blog sobre jogos, então por que está falando de um filme? A resposta já deve ser óbvia para a maioria, devido as coisas que costumeiramente escrevo por aqui, mas vou deixar tudo um pouco mais claro.

A experiência de assistir Os vingadores é marcante para quem é jogador de videogame, pois o filme se parece muito com um jogo, em vários aspectos. Afora os cortes de cena ultra rápidos e as sequencias de ação bastante dinâmicas, toda a estrutura do filme é notoriamente gamificada. As novas gerações de diretores cresceram jogando e possuem uma noção de estética diferente e produzem filmes destinados a esse público. Em muitos momentos do filme parece que estamos jogando algum clássico beat’n up, como Final Fight ou Streets of Rage, pois é essa impressão que o filme nos causa. Seria como se tivéssemos escolhido algum dos personagens para cumprir determinada missão dentro da história, cada um com suas características: o fortão, o que atira, o rápido que voa, a sorrateira etc.

Tudo isso é feito de uma forma bem trabalhada. Os diálogos mais longos (que não são muitos e nem são longos) parecem cut scenes, para dar um tempo na ação e faser o jogador/espectador dar uma respirada entre cada “fase”. A história toda é contada de forma sútil e rápida e em pouco tempo já se sabe quase todo o contexto, algo típico nos jogos. Mesmo sendo simples, a narrativa é bem conduzida e devido as boas cenas de ação o filme acaba caminhando muito bem.

Obviamente não se trata de nenhum filme profundo, cult ou coisa do tipo, mas cumpre muito bem seu papel. Mesmo para quem não é fã de filmes de super heróis (como eu) vale a pena dar uma conferida e construir sua própria crítica. Esse é o exemplo de um fime que soube mesclar de melhor da narrativa filmica com a dos jogos.

Porém, como está dito no título, há outro filme para ser comentado ” O segredo da cabana“. Esse eu não assisti em casa, meu cunhado havia baixado na internet e resolvemos conferir. Só não digo que me arrependi de tê-lo visto pelo fato de ser um bom exemplo do que é algo ruim e ser utilizado como símbolo nesse texto.

Clichês e bobeiras, os pontos fortes do filme

O filme é simplesmente terrível, uma grande bobagem ao estilo mais bobo. De início percebi que seria um filme pastelão, mas não pensei que fosse tanto.  Mesmo se tratando de um filme B, ele precisaria melhorar muito para ser considerado ruim. Sei que a intenção não era criar um filme épico, mas até para fazer piada as pessoas precisam ser boas.

A história começa clichê: jovens bonitões indo passar uma noite numa cabana velha na colina. Até aí “tudo bem”, pois vários filmes são clichês e nem por isso são ruins, mas daí pra frente tudo só piora. A narrativa não conta nada do porque das coisas acontecerem, deixando tudo jogado. Dá a impressão que o diretor foi inventando as coisas na hora, juntando peças de um enorme quebra cabeças sem sentido algum. Não vou perder meu tempo descrevendo toda história por aqui, digo apenas que são diversos monstros presos em uma espécie de laboratório ou sei lá o que, com o intuito de matar os jovens para acalmar algum deus maligno. Sim, é uma porcaria, eu já havia dito.

A questão aqui é o quanto esse filme é um péssimo exemplo de narrativa feita aos moldes dos jogos. Num jogo você talvez não precise de tantos detalhes na história, pois o desafio e a diversão podem suprir essas lacunas. Não necessariamente você precisa saber de onde vem o poder desse personagem ou daquele monstro, desde que sejam bem encaixados na jogabilidade etc. Mas num filme fica muito complicado colocar campos de força invisiveis, monstros de todos os tipos presos em cubiculos, zumbis, bichos papões e um deus raivoso que destroi a Terra se não receber o sangue de uma virgem.  Um filme não pode se dar ao luxo de ser tão bobo e incompleto.

No final das contas o filme não te conta nada e tem-se a sensação de ter perdido um precioso tempo da sua vida. Os produtores parecem não terem percebido que há uma nítida diferença entre jogos e filmes e que por mais que atualmente ambos estejam se influenciando cada vez mais, os dois lados precisam manter suas origens. Um jogo em que o jogador fique apenas parado observando as cut scenes com certeza não seria bem avaliado pelos jogadores. Mesmo que digam que o filme talvez seja mais satírico do que sério, me desculpem, mas precisava melhorar muito

Caso tenha a oportunidade assista ambos e faça também essa avaliação. Através desses dois exemplos bastante distintos talvez fique mais simples estabelecer essa realção entre cinema e jogos.

Até!

OBS: Homem de ferro muito bem no filme, enquanto o Thor, meninas que me perdoem, o cara pode até ser bonitinho, mas como ator ele me lembra mais uma atendente eletrônica de telemarketing.

Atuações bastante distintas…

Dark Souls ou Skyrim?

Após ter escrito sobre Dark souls, apresento esse post fazendo uma comparação entre este jogo e Skyrim, do qual também já falei por aqui. Por que faço isso? Pelo simples motivo que já fui questionado algumas vezes sobre qual dos dois tem minha prefência e os motivos para tal.

Relembrando: ambos são jogos de RPG/aventura/ação lançados em 2011, aproximadamente na mesma época. Skyrim ganhou inúmeros prêmios, incluindo aí o de jogo do ano. Já dark souls fez mais sucesso com um público mais “fechado” talvez possamos dizer, sendo bem avaliado e criticado no meio especializado.

Se por um lado DS ganhou fãs fervorosos ao redor do mundo, contando inclusive com abaixo assinado para que o jogo fosse lançado para pc (incialmente ele era apenas para Ps3 e 360), por outro Skyrim vendeu muito e se tornou a menina dos olhos de muitos jogadores de RPG. Como há muito tempo não ocorria, começaram a surgir pequenos debates de qual jogo seria melhor etc e como qualquer crítico que se preze eu não poderia deixar isso passr batido. Então vamos ao que interessa.

Incialmente vale dizer que comparar um jogo com o outro, pura e simplesmente, não adianta muita coisa. As propostas de cada um são divergentes em vários aspectos o que não faz deles jogos concorrentes, sob esse ponto de vista. A comparação consiste mais no âmbito teórico dos jogos, em que podemos analisar as escolhas que cada um optaram.

Tanto um jogo, quanto o outro são belíssimos, com gráficos bem feitos e muito detalhados. A ambientação de Skyrim é fantástica e faz com que o jogador se sinta como parte do mundo em que se encontra, com direito a bares, fortes, brigas, guardas, ladrões etc. Tudo é muito vivo, colorido e barulhento (no bom sentido) e a sensação de estar num povoado medieval é marcante. Em DS o ambiente é igualmente bem feito, mas com focando mais na solidão, tristeza e abandono. A sensação é de estar vagando por um mundo hostil (e bota hostil nisso), que é belo, mas mortífero ao mesmo tempo. Aqui, tudo parece morto, um lugar que um dia já foi de grandes conquistas, mas que atualmente é povoado por monstros e bestas. Os criadores do jogo conseguiram de maneira marcante criar um lugar com uma estética simplesmente maravilhosa, com cenários e inimigos que variam muito e com uma riqueza de detalhes incrível. Nesse aspecto, os dois jogos são ótimos, porém cada um a sua maneira e cabe a cada jogador escolher sua preferência.

Skyrim é um jogo que pode ser visto tanto em primeira, quanto em terceira pessoa e dark souls é visto somente em terceira pessoa. Na minha opinião a experiência de jogar skyrim em terceira pessoa era péssima, perdendo muito em relação a primeira pessoa. Pelo menos no Ps3, plataforma em que joguei, isso não parece ter sido bem acabado pelos produtores. Além disso, o controle de câmera e o fato de marcar o inimigo contam a favor de Dark souls. Mais uma vez, cabe ao jogador escolher sua preferência, apesar de nesse caso eu preferir Dark souls.

No quesito enredo/história Skyrim tem uma proposta muito mais ousada, sendo imenso e contando com inúmeras missões paralelas, enquanto Dark Souls trata de uma história épica, mas sem grandes reviravoltas ou opções de escolha, apesar de ser interessante e contada através de detalhes muito sutís. Nesse aspecto, tudo  tenderia a favor de Skyrim, que realmente conta com missões paralelas interessantíssimas, mas que por sua grandiosidade acaba por cair numa certa mesmisse em alguns momentos. É bastante irritante ficar selecionando “fast travel” a todo momento, vendo a tela de loading  e cumprindo missões não muito carismáticas. Contudo, o esforço de criar um mundo aberto a ser explorado sempre sofrerá com isso e a iniciativa (e o resultado) de Skyrim são muito bons no geral. Mesmo com momentos enfadonhos, a amplitude pesa a favor de skyrim, apesar do enredo de Dark souls ser cativante e envolvente, pois a cada cenário novo descoberto o jogador se deleita com imagens impressionantes e um novo tipo de inimigo e estratégia. Parece absurdo dizer, mas durante as primeiras 50h de jogo, skyrim se mostra mais interessante (talvez menos ou mais para alguns), mas depois desse tempo Dark souls ganha de lavada. Para aqueles que tem paciência de jogar dark souls por tanto tempo, vale conferir para me contra argumentar depois.

A dificuldade dos jogos não pode sequer ser comparada, pois Dark Souls é um jogo dificílimo, como há muito eu não via. Isso não é demérito para skyrim, apesar de em alguns momentos considerá-lo fácil demais, mas trata-se de uma opção dos criadores, pois dessa forma o jogador consegue vivenciar mais o mundo apresentado, passando pelas várias missões. São focos diferentes, eu apenas gostaria que skyrim apresentasse algumas missões realmente complicadas, algo que ao meu ver não existe, porém mesmo sendo mais difícieis, jamais chegariam aos pés de Dark souls, que beira o sadismo.

Na minha opinião o aspecto que mais diferencia os dois jogos são os inimigos e a variedade de batalhas. Afora alguns zumbis/esqueletos os monstros não se repetem em Dark Souls. Em cada cenário descoberto os desafios são diferentes e com aparências variadas. Isso faz o jogo se renovar várias vezes dentro dele mesmo. Em skyrim eu cansei, literalmente, de enfrentar inimigos dwemer, matar lobos, esqueletos fracotes, falmer e até mesmo dragões. A cada aprendiz de necromante que eu enfrentava, ou bandit perdido pelo mapa eu me questionava o porque disso! Sem contar na péssima inteligência artificial, que faz com que um inimigo tome uma flechada na cabeça e ainda diga que “deve estar ouvindo coisas”, para logo em seguida ficar novamente de costas, desprotegido, apenas esperando para que o jogador acabe com ele. Simplesmente decepcionante.

Como deu pra perceber, são jogos bastante distintos e fãs de jogos deveriam jogar ambos. Como gosto de desafios, minha preferência por dark souls acaba por prevalecer, apesar de eu considerar muito os méritos de Skyrim. Não vou cair na armadilha de recomendar apenas um deles, mas também não vou ficar em cima do muro, defendendo os dois lados. A dificuldade e a estética de Dark souls me cativaram, além do jogo contar com um multiplayer muito interessante, que faz seu interesse pelo jogo durar mais tempo. Skyrim foi bastante ambicioso e acertou em vários aspectos, mas pecou em muitos outros, que acabaram por me decepcionar um pouco.

Jogue, evolua e diga qual sua preferência. Que a disputa pela preferência dos jogadores seja sempre assim, com jogos bons e não nivelados “por baixo”.

Até!

OBS: Hoje o marcador de visitas ultrapassou 4000. É o gamecriticas crescendo com seu apoio. Mais uma vez muito obrigado!

ultrapassando 400 acessos

Um jogo, várias histórias: crítica de Dark Souls

Foram vários dias, aproximadamente 80 horas de jogo, muita raiva, frustração, vontade de bater nas coisas, mais raiva, mortes muuitas mortes, sensação de fracasso e desespero, mas terminei Dark souls e finalmente apresentarei aqui sua crítica.

Capa de Dark Souls

Dark souls é a sequencia de Demon souls, que apesar de não ter jogado, li que foi um jogo bem aceito pela crítica e por seus jogadores, portanto a responsabilidade de seu sucessor era significativa.

Começando pelo começo: seu personagem inicia o jogo numa cela, abandonado, pega uma espada quebrada, anda um pouco, enfrenta alguns inimigos fracos e em pouquissimo tempo você já encontra o primeiro boss. Isso mesmo, você já encontra um monstro imenso que praticamente te mata com um golpe. Ah, esqueci de mencionar que seu personagem é horrível, um espécie de morto vivo bem feio.

A jogabilidade é incrivelmente simples, com poucos comandos e bem elaborados. Em questão de instantes você já aprendeu o básico, apesar do game não te ensinar muito sobre estratégias etc, pois isso fica a seu cargo.

Assim como quase todo RPG/Adventure você pode escolher entre várias classes diferentes para jogar, cada qual começando com poderes específicos. Durante a evolução do personagem você tem bastante liberdade para seguir o caminho que quiser e até mesmo fazer um herói mais amplo, não sendo “apenas” um mago ou guerreieo brutamontes. De qualquer forma, se você não souber elaborar uma boa construção, pode acabar ficando com um personagem fraco ao final do jogo, mesmo estando num alto nível.

No meu caso, joguei com um pyromancer e foquei bastante na habilidade de atirar fogo nas coisas. Também investi um pouco na luta com espada rápida e esquiva. A grande verdade é que investi vários pontos inúteis em habilidades que não me serviram para nada, mas até aprender isso já era bem tarde. Mas tudo  bem, isso não chegou a me comprometer muito.

Tela de criação de personagens em Dark souls

Mas voltando a falar do jogar em si, saindo da primeira “dungeon” você vai parar em firelink shrine e a partir daqui o bicho começa a pegar. Você tem pouquíssimas informações de pra onde deve seguir e normalmente descobre isso da maneira mais óbvia de todas, morrendo. Ao tentar lutar com determinados inimigos e morrer incansavelmente, você acaba por perceber que ali não é lugar pra seu bico e resolve ira outro lugar. Não que não haja uma sequencia até lógica de pra onde ir, mas isso não é tão claro quanto parece.

O mundo de Dark Souls é bastante grande e é belíssimo, realmente lindo. Os detalhes do cenário são riquíssimos e tudo é feito com muito capricho, desde os inimigos até cada parede das imensas construções, com destaque para todos os boss, imensos e fantásticos (quem jogou e lutou contra o gray wolf sif sabe do que falo). E quando me refiro à beleza aqui eu não estou tratando apenas de gráficos, mas sim de um jogo com uma estética estonteante e diferente das mesmisses que costumamos ver por aí. Dark souls é um jogo que impressiona nesse aspecto, pois em vários momentos eu parava para admirar o entorno que era simplesmente cativante. A atmosfera sombria, associada a uma sutileza notável dão um clima único ao jogo. A praticamente ausência de música causa uma sensação de abandono constante, só cortada em determinados pontos do mapa.

Gray wolf sif, um dos chefes mais impressionantes

Essa inclusive é outra característica de Dark souls, o abandono. Afora alguns poucos npc’s que ajudam bem pouco, não há praticamente ninguém, nada que te ajude no jogo todo, apenas algumas marcas no chão deixadas por outros jogadores, sobre o qual falarei mais adiante.

Mas o ponto mais marcante de Dark souls é sua dificuldade, absurdamente alta. Aqui não há muita tolerância com erro e a punição quase sempre é a morte. Aliás, se prepare, pois isso vai acontecer muito até que o jogo termine. Em alguns momentos específicos do jogo eu morri várias, váárias vezes e isso causa irritação que há tempos eu não via num jogo. Na verdade me arrisco a dizer que esse seja o jogo mais difícil da atual geração de videogames. Mesmo os primeiros inimigos do jogo são capazes de te matar caso você marque muita bobeira na frente deles.

Porém essa dificuldade as vezes é exagerada e até sem sentido. Até descobrir pra que servia a humanidade, por exemplo, eu desperdicei umas dez e elas fazem muita falta ao longo do jogo. Não há grandes explicações nos menus etc, sendo que inclusive vários itens eu sequer usei, nem sei para que servem. Isso sem contar outros que também desperdicei. O jogador praticamente sempre acaba sendo obrigado a buscar por informações na internet. É muito irritante a forma como algumas coisas acontecem, chegando a parecer que te fizeram de bobo, em que você cai numa pegadinha que te faz perder horas de jogo. Não vejo problemas em buscar informações na internet, mas praticamente obrigar o jogador a tal já é algo bem complicado.

Mas é exatamente por isso que digo que Dark Souls é um jogo com várias histórias. Acontece que além da história do jogo, o enredo em si, cada jogador acaba por ter a sua própria história ao jogar. Ok, em todo jogo isso acontece, pois cada jogador tem sua experiência, mas aqui isso é mais marcante. Cada jogador narra de forma épica as estratégias que usou para passar por cada obstáculo, criando novas histórias. Esse é daqueles jogos em que as experiências variam bastante de jogador para jogador e cada um realmente acaba por construir asua própria.

Há ainda um multi player bastante interessante, pois apesar cada jogador estar restrito a seu próprio mundo, eles podem interagir através de mensagens deixadas no chão, servindo como alertas, guias etc. Isso quando o jogador não está na forma humana, pois quando está tudo muda. Quando nessa forma é possível invocar outros jogadores para te ajudarem e isso as vezes facilita muito as coisas, sendo algo bastante valioso! Por outro lado, quando na forma humana outros jogadores podem invadir seu mundo e acabar com a festa. É bastante irritante ver algum personagem super poderoso invadindo seu mundo e te matando em segundos, colocando seu trabalho no lixo. Mas é aí que mora a emoção e por isso as humanidades são tão importantes assim.

Em Anor Londo, um dos momentos mais belos do jogo

De maneira geral, Dark souls é um jogo simplesmente fantástico, entrando no hall dos meus favoritos da atual geração. A dificuldade gigantesca e a beleza estonteante são impressionantes e tenho recomendado esse jogo a todos gamers que conheço. A experiência de jogar Dark souls é marcante e poderia escrever muito mais sobre ele, mas muito melhor do que ler sobre ele é poder jogá-lo e se ficou curioso, faça isso. Em alguns momentos a ira tomará conta de sua pessoa e seu videogame pode acabar sofrendo as consequencias, sendo arremessado contra parede ou algo assim, ma supere a frustração das incasáveis mortes e siga em frente, pois será recompensado com um jogo marcante.

E ao terminar, comece novamente no clássico new game+, ou seja, com seu personagem já evoluido, para tentar passar pelo jogo todo novamente, só que dessa vez um pouco mais poderoso para não sofrer tanto.

Enjoy