SBGames 2012, dia 1

E ele chegou, está rolando o SBGames 2012 em Brasília. Estive por lá na sexta e dei uma conferida em várias coisas, que apresentarei aqui num pequeno diário de bordo. Serão relatos curtos das principais impressões e percepções e ao final do evento um resumão de tudo que passou.

O espaço em que o evento está rolando é o centro de convenções Ulysses Guimarães, bela construção aqui de Brasília, localizado no eixo central da cidade. A grandiosidade do local impressiona e faz desse um dos SBGames mais pomposos de todos.

Vista do centro de convenções

 

O credenciamento foi ligeiramente confuso no início, mas sem nenhum problema. No mesmo local era possível conseguir uma pulseira que dava acesso a área comum do evento, possibilitando que visitantes tivessem acesso ao simpósio. Nesta área comum se encontram os jogos independentes, estandes, barracas de vendas, alimentação, cosplays etc. O local era um barulho só, com muita música, gente transitando e algumas bizarrices.

A arrumação do local impressionava, pois a quantidade de participantes era bem grande e havia varios anunciantes. Sinceramente, tive até a sensação de um certo “over” do SBGames, tentando abraçar o mundo e colocar pra dentro do centro toda e qualquer pessoa interessada em jogar videogames. Não a toa estavam presentes várias mães com seus filhos pequenos, correndo de um lado para outro, fascinadas pelos inumeros computadores e videogames espalhados pelo saguão.

entrada do SBGames 2012

 

No final da tarde acompanhei o track da cultura e a apresentação dos full papers. De modo geral todos estavam muito bons e bastante interessantes, apesar de alguns dos apresentadores estarem visivelmente nervosos. Não é por menos, o local estava bastante cheio e muito arrumado. Eu mesmo nunca apresentei em uma sala tão arrumadinha em nenhum SBGames.

A discussão após as apresentações foi bem interessante e até me posicionei num pequeno embate teorico que surgiu a respeito da definição de serious games. Os apresentadores também eram bastante simpáticos e receptivos, abertos ao diálogo. Conversei com alguns deles após apresentarem seus trabalhos e boas ideias surgiram.

Saindo do track da cultura fui direto para o auditório assistir a palestra do David, da Nvidia. O rapaz só falava inglês e abordou um tema bastante técnico, mostrando os avanços dos processamentos gráficos e trazendo o que será o futuro das placas de vídeo etc. Muito bom, mas bastante técnico e não é algo que domino, mas foi um prato cheio para o pessoal da computação.

Para fechar o dia nada melhor do que asssitir a apresentação da Vgamus, orquestra formada (principalmente) por alunos da Unb e que tocam temas clásssicos dos games. Nesse meio tempo aproveitei para travar algumas discussões com o professor Roger Tavares a respeito de alguns jogos e foi engraçado notar como temos um gosto bastante distinto. Isso chega a ser bom, pois o debate fica mais interessante e acabmos pensando mais a respeito do que jogamos.

Abaixo você pode conferir e sentir um pouco o gostinho de como foi esse show.

tema de Zelda rolando

 

Até,

Gustavo Nogueira de Paula

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