Save Point – Game Bar

Fim de ano é época de retrospectivas e reflexões, basta observar o insuportável número de vídeos irritantes que pipocam no Facebook, mostrando os grandes momentos das pessoas. Numa retrospectiva pessoal, recordei que foi nesse ano que conheci um dos lugares mais divertidos e receptivos de todos, um bar com vários videogames aqui onde moro atualmente, Bauru. Trata-se do Save Point – Game Bar.

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Num jogo, o Save point é aquele lugar em que podemos salvar o jogo (jamais poderia imaginar que seria isso, rs). Após resolver quebra cabeças, matar monstros e derrotar chefões, encontrar o Save point dá aquela sensação de tranquilidade e paz, pois agora sabemos que podemos sair do jogo ou deixar o personagem morrer, pois voltaremos dali. É o ponto do alívio, da redenção e da segurança. Não à toa, o Game Bar de Bauru tem esse nome, Save Point.

Quando eu via falar em Game bar, normalmente nas grandes capitais ao redor do mundo, me vinha a cabeça a imagem de um lugar bem hipster, abarrotado de pessoas fissuradas por jogos e que não deixariam ninguém mais jogar. Pois bem, não sei como são os outros lugares, mas o nosso Game Bar aqui do interior é incrivelmente acolhedor a todos os públicos. É muito divertido pegar uma mesa sozinho, abrir aquela cerveja e ficar observando as pessoas que vem e vão:

São famílias que vão com crianças pequenas, ávidas por jogarem algum videogame mais moderno, ou algum pai tentando (normalmente sem sucesso) convencer que seus videogames jurássicos também eram legais. Casais que disputam no guitar hero ou no Mario kart, grupos de amigos jogando Winning eleven (sim, do Ps one), competidores acirrados nos jogos de luta, sobretudo no arcade e, principalmente, curiosos no assunto. O tempo passou bastante e o Super nintendo, por exemplo, já é uma relíquia pouco conhecida do público em geral. Em vários momentos chega a ser bem engraçado observar uma garotada com idade em torno de 20 anos que não consegue passar de 2 ou 3 fases no Mario World, simplesmente por não entenderem a mecânica do jogo.

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Outra cosia que jamais poderia imaginar é que um bar de videogames poderia se tornar um ponto alternativo da cidade. Quem vai ali, normalmente, tem a cabeça mais aberta e se arrisca em experiências novas, não a toa encontramos vários estudantes, casais de todos os tipos, gente sozinha etc. Trata-se realmente de um ambiente seguro e acolhedor, devido principalmente a simpatia e educação dos donos, sempre presentes, bem como da decoração minimalista e aconchegante. Ao contrário do que o senso comum adora dizer, os videogames não isolam as pessoas e o Save point demonstra, mais uma vez, o quanto esse discurso é equivocado. Não é raro ver as pessoas socializando por lá, pedindo dicas sobre os jogos, convidando para jogarem juntos etc. Obviamente há um facilitador nisso tudo, que é a cerveja gelada aliada a excelente comida, mas ainda assim, não deixa de contribuir para o fim desse mito infundado.

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No meu caso, costumo ir comer e beber, deixando os videogames para os mais curiosos e empolgados, afinal de contas, é bem interessante realizar essas observações. As exceções se dão quando resolvo jogar Killer instinct ou Mario Kart do SNES, pois aí a coisa fica séria.

Convido a todos para conhecerem este lugar único no interior do estado de SP, que fortalece o cenário dos jogos e demonstra o quão divertido pode ser sentar em torno de uma TV, relembrando os velhos tempos de Multiplayer presencial. Vida longa ao Save Point e a seu trabalho mais do que bem feito.


Gustavo Nogueira de Paula

Orgulho por tabela

As vezes assistimos na TV algumas histórias emocionantes de superação, como por exemplo no Esporte. O rapaz pobre que corria descalço por canaviais e depois ganha uma corrida de rua. Menino com problema na prótese que termina a corrida num pé só. Mulher com 17 irmãos que vira profissional no judô depois de muitos anos etc. Não há muita explicação nisso, mas ficamos com aquela pontinha de orgulho pela conquista daquela pessoa batalhadora. Isso acontece em situações mais próximas a nós também, como quando um amigo conclui sua graduação, um parente se casa, ou qualquer outra situação cotidiana semelhante. Ficamos felizes e espalhamos essas notícias, bem como essa felicidade. Essa semana foi assim, com o lançamento do Porcunipine no Steam.

Porcunipine

Produzido pelo pessoal da Big Green Pillow, de Bauru e participante desde o primeiro Glitch. A galera é muito gente boa, jovens criativos e com o desejo de fazer bons jogos, de forma original e sem dever nada para nenhuma grande produtora. Com muita humildade estão conquistando seu espaço e creio até que acabem não ficando muito mais tempo no Brasil. Bom pra eles devido a crescimento da carreira, “ruim” para nós que cedo ou tarde pode acabar perdendo esses talentos.

Porcunipine é um Party Game, daqueles feitos para serem jogados junto com os amigos, de maneira descontraída, para dar risada e se divertir com bastante gente. Se conseguir um Porcunipine na tela da sua TV da sala durante um jantar com convidados, pode apostar, será tudo muito mais engraçado. O cenário é simples: São quatro Porcos espinhos carecas (coitados), com um espinho só. O objetivo não poderia ser mais óbvio, senão o de atirar nos colegas em pequenas arenas, num curto espaço de tempo. Acertou mais ganhou. Só cuidado para não se matar, algo que não é nada difícil.

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O jogo vem ganhando mídia, sendo destaque em vários blogs e vídeos do Youtube mundo afora. Não sou tão famoso quanto esses sites/youtubers, mas por outro lado eu tive a oportunidade de jogar diretamente com quem fez o jogo, inclusive durante a fase de acertos, ajustes, testes etc. Independente da mídia, Porcunipine é um jogo e tanto e vale a pena ser conferido, principalmente por ter sido feito aqui no interior do nosso Brasil, na grande/pequena Bauru.

Da muito orgulho ter visto de perto a evolução do jogo, as diferentes versões, os testes feitos com crianças e jovens no Sesc Bauru e agora poder ver à venda pelo Steam, tendo a chance de obter ainda mais destaque. Além de orgulho, nos enche de esperança de cada vez mais vermos produções nacionais, independentes, ganharem o cenário mundial.

Gostaria ainda de lembrar aos jogadores que não é a opinião de um Youtuber Americano ou Europeu que faz um jogo bom ou não, que faz um  jogo valer a pena ou não. Precisamos dar mais crédito a nossas produções e TAMBÉM a nossas opiniões. Muita gente ainda é refém de Venom’s e Monark’s da vida para lhes dizer o que é legal ou não. Assim como temos games independentes nós temos mídia independente, fiquem de olho.

No mais, jogue Porcunipine. Tenho certeza que vai adorar e se ainda tem alguma dúvida do potencial nacional, aposto que irá mudar sua opinião depois dessa experiência.


Gustavo Nogueira de Paula

Independência indie

Muito feliz eu anuncio que um texto meu, abordando a questão dos indie games foi publicado pela Revista E, do Sesc! A revista é gratuita e possui grande circulação. Agradeço aos amigos e apoiadores deste humilde pesquisador/entusiasta/blogueiro, além de um agradecimento especial a minha querida Ceci! A matéria no portal do Sesc você pode ler clicando aqui, mas também deixo o texto na íntegra logo abaixo. Boa leitura


Ilustração: Marcos Garuti
Ilustração: Marcos Garuti
Por Gustavo Nogueira de Paula
O rótulo de independente vem sendo frequentemente associado a estilos e formatos artísticos específicos, tornando-se algo ligado a estéticas e estilos de vida que buscam fugir do convencional e até mesmo do popular, numa tendência moderna de voltar àquilo que é feito nas garagens e porões mais escondidos e artesanais possíveis. Porém, antes símbolo de uma arte vanguardista e até mesmo rompedora e desbravadora, o indie vem sendo seduzido a se tornar mais um rótulo descolado do que propriamente algo que não se encaixa no perfil das gigantescas corporações do ramo artístico.Foi com o recente amadurecimento do mercado de jogos e das tecnologias informáticas que o cenário dos indie games mudou e permitiu que interessados pudessem produzir suas próprias ideias e conceitos, sobretudo com o advento dos jogos móbile, em celulares e tablets. Um jogo não precisava mais levar horas a fio para ser compreendido, dominado e finalizado pelo jogador. Passou a ser valorizado o jogo casual, fácil de ser aprendido e jogável por uma parcela maior da população. Era a luz que brilhava para as produções independentes, que não necessitariam mais de milhões de dólares para dar vida a suas ideias.

Contudo, a exemplo de outras mídias e artes, os indie games em sua maioria não se aproveitaram de sua condição de alternativos para criar jogos à sua maneira, ficando o “indie” limitado apenas à questão da distribuição direta ou através de financiamentos coletivos. Parece muitas vezes que o maior desejo é ter seu jogo descoberto pelo público e adquirido pelas desenvolvedoras já consagradas no mercado. Aqueles que poderiam tornar-se independentes dos padrões já estabelecidos e arriscar-se em novas ideias e conceitos parecem contar mais com a sorte de terem seus jogos comprados e baixados viralmente nas lojas de aplicativos online, mas reproduzindo todo o modelo do que já existe aos montes por aí.

São diversas etapas existentes até a confecção do produto final, desde os primeiros conceitos até as sessões de testes, que são longas e complicadas. Cada novo problema encontrado requer muitas vezes uma reestruturação de todo o jogo, algo que consome ainda mais tempo e investimento financeiro. Um problema não encontrado durante o período de testes pode arruinar um jogo após seu lançamento, pois nem sempre isso pode ser corrigido pelas atualizações. Diferentemente das gigantes, para os indies não é tão simples encontrar número significativo de jogadores para a realização de testes e apontamento de críticas.

Foi pensando nessa lacuna e na possibilidade de reconhecimento das produções locais que foi criado no Sesc, em Bauru, o Glitch, game lab, em que produtores independentes de games da região podem apresentar suas produções e disponibilizá-las para testes. Por meio desse encontro mensal é possível que os desenvolvedores se conheçam e conheçam o que está sendo feito no cenário local, além de ser possível exporem suas ideias e projeções futuras, relatando cada etapa do desenvolvimento dos jogos.

Talvez por desconhecimento do que é feito por aqui ou pela relativa simplicidade de muitas das produções, que não contam com os orçamentos gigantescos presentes nos grandes lançamentos mundiais, ainda é difícil encontrar produções locais que sejam bem aceitas pelo público. O investimento em temas que sejam próximos aos brasileiros e sua cultura de modo geral, além do aprofundamento em temas históricos e notícias de relevância nacional poderiam alavancar os jogos feitos por aqui, pois a mera reprodução do que já existe mundo afora pode nos colocar numa posição fora de destaque e que não incentiva os jogadores a buscarem por novas experiências, consumindo ideias e conceitos que não necessariamente sejam de seu interesse. Espera-se, dessa forma, que os indies usem sua força para apresentar algo diferenciado e que elevem cada vez mais o status dos jogos enquanto arte capaz de produzir críticas e contar as mais variadas histórias.
Gustavo Nogueira de Paula, animador cultural do Sesc Bauru.
Mestre em linguistica aplicada pelo IEL – Instituto de Estudos da Linguagem – Unicamp.

Mesa redonda Game debate

Início de ano, começo dos torneios de futebol no Brasil. Os programas esportivos voltam todas suas atenções para o esporte mais popular de todos, se é que em algum momento deixaram de falar só dele. No seu rastro vêm também as discussões no trabalho, entre amigos, no bar e em qualquer outro lugar em que exista duas ou mais pessoas fãs de futebol. Para coroar tudo isso, as famigeradas mesas redonda na televisão voltam a ter assunto para dar e vender, literalmente. Sejam boas, sejam ruins, isso não importa, mas em tom de brincadeira (ou não), sugiro a criação de mais uma mesa redonda, a do “Game Debate”.

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Existe exemplo de debate inteligente em “mesas redondas” na TV

 

Já não é tão incomum assim encontrar esse tipo de debate entre amigos também. Perguntas como “Fifa ou PES?” e “CoD ou Battlefield?” são quase tão banais como “quem é melhor, Maradona ou Pelé?”. Nada muito justo então do que sistematizar isso e transformar numa verdadeira mesa redonda, mas levada a sério, sem fanatismos, bairrismos e outros “ismos” que avacalham qualquer discussão.

O cenário não precisa de uma mesa redonda, mas apenas de uma bancada. Talvez  nem isso, pois creio que uma vídeo conferência, conversa no skype etc já seriam suficientes. Reúnem-se os lançamentos daquele mês, testamo-nos e pronto, começa o debate sem fim. Design, história, narrativa, enredo, jogabilidade, estética, tempo, trilha sonora, efeitos, edição, preço, multiplayer, referências e todo e qualquer tipo de tema que possa vir a interessar no momento da conversa. Observando a gama variada de possibilidades o programa precisaria ser quinzenal, ou até mesmo semanal, mesmo porque não seriam abordados apenas os lançamentos, pois isso seria injusto com os grandes jogos do passado.

Imagine uma sessão “por onde anda” ou “quem fim levou” dos personagens de antigamente, comparando com seus anos de lançamento e/ou de auge, com seus games atuais. Aqueles que já se aposentaram, aqueles que participam de jogos com menos prestígio, ou até mesmo aqueles que mudaram tanto que já não são nem sombra daquilo que eram no início de suas carreiras.

Entrevistas, transmissões ao vivo, debates sobre a premiação dos melhores, estúdio revelação do ano, torneios amadores, decepção do ano, melhor e pior contratação, equipe mais cara. Assunto não falta! Se considerarmos os boatos, factóides inventados, escândalos etc as coisas poderiam ficar ainda mais quentes.

Início de carreira e evolução
Início de carreira e evolução

Realmente o mundo do futebol, por bem ou por mal, acaba adentrando a vida das pessoas, muito mais até do que elas imaginam. Nesse caso, serviu de inspiração para a ideia da criação dessa mesa  redonda de debate. Pode parecer brincadeira, mas não deixa de ser um plano de executar algo semelhante ainda nesse, apesar de obviamente não possuir o tom grotesco das mesas redondas da TV ou simplesmente das conversas de boteco. Que tal convidar professores e/ou especialistas em determinadas áreas e observar e conversar sobre determinados jogos escolhidos previamente, em tom aberto e sem grandes formalidades? Que tal observar os pontos altos e baixos dos clássicos dos videogames, que poderiam servir de “lição” para futuros desenvolvedores ou apenas para interessados no assunto?

Não sei se em formato de mesa redonda (muito provavelmente não), mas este é um projeto para 2014, que eu espero concretizar ainda no primeiro semestre. Dicas, sugestões e críticas são mais do que bem vindas. Com isso, está dado o pontapé inicial para as ideias desse ano.

Gustavo Nogueira de Paula

OBS: Ex jogadores e loiras “entendidas” no assunto estariam presentes?

Exclusividades, novidades e o que vem por aí

Na minha volta dos EUA, trouxe na bagagem (entre outros) dois jogos exclusivos do PS3: Uncharted 3 (que veio dublado, ou a instalação é mais inteligente do que eu imaginava) e Journey collector’s edition (que conta também com flower e flow).

Hoje em dia os títulos exclusivos tem sido motivo de discussão entre jogadores, cada qual defendendo seu console, ou sua franquia favorita. Tempos atrás a disputa se dava principalmente entre Mario e Sonic (apesar de terem existido outros jogos exclusivos, eu sei disso), mas atualmente o encanador ganhou outros rivais de peso.

Mario vs Sonic

Pela Nintendo o elenco é forte: De cabeça lembro do Mario e toda sua turma, Link (na série Zelda), Samus nos Metroids da vida e os macacos simpáticos de Donkey Kong, isso pra citar apenas alguns. Por serem personagens antigos, creio que eles ainda estejam na frente em relação a sua popularidade junto aos jogadores. Mario já virou ícone pop e ultrapassa os limites dos videogames. A Nintendo tem aí seu carro forte.

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No Xbox creio que os principais nomes sejam de Halo e Gears of war. Não joguei nenhum dos dois para falar com propriedade, mas são bastante elogiados, tanto pela crítica, quanto pelos jogadores e seus números confirmam isso, de certo modo. Ambos vendem muito e já se tornam clássicos instantâneos logo no seu lançamento. São jogos de tiro e guerra, apesar de possuirem estilos diferentes e contam com um poderoso sistema de multiplayer. Apesar de existirem outros títulos exclusivos para a Caixa, creio que esses sejam seus principais representantes (se souber de mais algum que mereça ser relatado aqui, por favor não deixe de escrever nos comentários). No meu ponto de vista não são eles os grandes atrativos para que alguém opte por ter um Xbox, mas sim outros fatores, como o preço, kinect, controle etc.

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No Ps3 a lista é um pouco maior do que a do Box. Uncharted e God of war já ocupam um espaço bem marcado no coração dos jogadores do console da Sony, seguidos de perto pelo absurdamente simpático Sack Boy de Little Big Planet. Além deles temos Heavy Rain, futuramente Last of Us e o anteriormente citado Journey. Talvez você possa dizer que nunca ouviu falar de Journey, mas não posso deixar de fora o jogo mais premiado de 2012 e que, pelo pouquissimo que joguei, já pude perceber se tratar de um jogo realmente diferente do que estamos acostumados. No caso do Ps3, se não estou enganado, nenhum dos seus títulos exclusivos estão na lista dos jogos mais vendidos, apesar de serem excelentes jogos. Na Nintendo e na Microsoft isso é diferente e os exclusivos estão nas cabeças das listas de vendas.

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Estou comentando sobre essas exclusividades hoje, pois foi feito o anúncio oficial do próximo console da sony, o Ps4. Foram várias as novidades em termos de hardware e todo aquele marketing que permeia o anúncio de algum novo produto eletrônico. Mas esse não é nosso foco agora, pois muito ainda falar e alardear sobre esse novo console e até seu lançamento muito água vai rolar, portanto não há pressa para fazer uma análise de algo que ainda nem existe.

Mas logo nos vem a mente como serão tratados os títulos exclusivos. Para além do hardware, qual será o grande atrativo de cada grife para ganhar seus jogadores? Eu gostaria de ver mais títulos exclusivos, que cada console investisse mais em criatividade. Não que eu queira uma segregação, que os jogadores precisem ter todos os videogames em casa nem nada disso. Mas é dessa disputa pelos melhores exclusivos que costumam produzir os jogos mais belos, os mais criativos e as vezes até os mais inovadores.

Todas as franquias citadas possuem jogos excelentes e com um nível muito maior do que os jogos em geral.

Será que um novo console irá dar atenção a isso, ou apenas tentarão melhorar o hardware, bloquear os jogos usados (notícia até agora desmentida) e investir em periféricos e acessórios?

Espero sempre que as novidades venham para alimentar os sonhos e a criatividade das pessoas. Espero que com a nova geração de consoles, uma nova geração de jogos surja e faça valer todo o investimento que recebem. Que haja realmente uma evolução, que os jogos sejam mais maduros e que se tornem um marco na história dos games.

Não custa sonhar, não é mesmo?

Até mais,

Gustavo Nogueira de Paula